segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Último paciente do maior hospital de campanha do Recife recebe alta; unidade começa a ser desmontada

 

Depois de quatro meses de funcionamento, o Hospital Provisório Recife 2 (HPR 2), instalado para o combate à Covid-19, encerrou as atividades. Localizado no bairro dos Coelhos, região Central do Recife, a unidade provisória foi o maior hospital entre os sete hospitais de campanha instalados na capital pernambucana para tratar pacientes com suspeita ou diagnóstico de Covid-19 e deve ser desmobilizado nesta semana.

Até o momento, equipamentos médico-hospitalares foram retirados. Com a alta do último paciente, as estruturas das paredes, teto e pisos serão desmontadas. De acordo com a Prefeitura do Recife, a desativação da unidade temporária foi possível devido a uma queda nos indicadores da pandemia. 


Sabemos que a pandemia, ocasionada pelo coronavírus, ainda não passou. E depois de uma longa temporada reclusos, as nossas atividades cotidianas estão voltando aos poucos. E para manter os mesmos cuidados e segurança, devemos continuar com os hábitos de higiene, distanciamento social e utilização de máscaras. Lembrem-se: As atividades estão voltando, mas ainda estamos em momento de pandemia e Combate ao Coronavírus. Devemos ser responsáveis pelo cuidado da nossa saúde e das pessoas que estão a nossa volta.⠀

Em caso de sintomas, não hesite em procurar um médico e entre em contato conosco para a realização do seu teste.



O último paciente a receber alta no hospital de campanha dos Coelhos foi o policial militar da reserva Ivan Luiz Monteiro, 58, que deixou a unidade  depois de 12 dias de internação. “Nunca pensei que iria chegar e ter um tratamento cinco estrelas aqui. Estou agradecendo sem demagogia a todos. Eu estou muito grato”, afirmou Luiz, que apresentou sintomas da Covid-19, foi diagnosticado com a doença e chegou a ser internado em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).
 
O HPR 2 tinha um total de 8 mil metros quadrados e foi construído em galpões abandonados no Largo dos Coelhos. A unidade chegou a ter 350 leitos ativos, sendo 250 de enfermaria e 100 de UTI. Segundo a prefeitura, mais de 1.600 pacientes com suspeita ou diagnóstico confirmado de Covid-19 se trataram no hospital, administrado pela Fundação Martiniano Fernandes, ligada ao Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip)

A unidade deixou de receber pacientes desde o último dia 12, quando o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), anunciou que o hospital passaria por uma desmobilização gradativa. Em julho, a Prefeitura desmobilizou 90 leitos de uma das enfermarias do HPR 2. Nas últimas semanas, foram desativados os 260 leitos restantes. De acordo com a prefeitura, parte dos equipamentos retirados da unidade, como camas, respiradores, concentradores de oxigênio, desfibriladores cardíacos, monitores de sinais vitais e outros equipamentos médico-hospitalares, serão levados para outras unidades de saúde municipais.

Folha de Pernambuco

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