domingo, 13 de janeiro de 2019

“Eu seria capaz de perdoá-lo se ele ajudasse a fazer justiça por minha filha”, diz Lucinha Mota sobre ex-funcionário suspeito de apagar imagens do Caso Beatriz


Eu conto com a participação dele. Eu seria capaz de perdoá-lo se ele ajudasse a fazer justiça por minha filha“. A afirmação é de Lucinha Mota sobre Allinson Henrique de Carvalho Cunha, ex-funcionário terceirizado do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, suspeito de ter apagado imagens de câmeras de segurança que teriam registrado a movimentação na noite do assassinato da menina Beatriz Angélica, ocorrido em 10 de dezembro de 2015, durante uma festa de formatura na própria instituição de ensino.
Essa declaração de Lucinha foi dada à TV Tribuna/Band na última sexta-feira (11) quando ela esteve no Recife para pedir agilidade na apuração e transparência nas informações sobre o crime, que completou três anos e um mês sem desfecho. Allinson Henrique está foragido há um mês.
O caso

Beatriz Angélica tinha sete anos quando foi assassinadana noite de 10 de dezembro de 2015, durante uma solenidade de formatura do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, no Centro de Petrolina, onde estudava. Seu pai, o professor Sandro Romilton, fazia parte do quadro de funcionários da unidade de ensino.
O corpo da menina foi encontrado atrás de um armário, dentro de uma sala de material esportivo que estava desativada após um incêndio provocado por ex-alunos do colégio. Essa sala fica próximo à quadra de esportes onde acontecia a solenidade de formatura das turmas do terceiro ano da escola, na noite do crime. A irmã da menina era uma das formandas.
A última imagem que a polícia tem de Beatriz foi registrada às 21h59 da noite do crime, quando ela se afasta da mãe e vai até o bebedouro do colégio, localizado na parte inferior da quadra. Minutos depois, o corpo da criança foi encontrado.
Disque-Denúncia
Quem tiver informações relevantes sobre o caso, pode acionar a Ouvidoria da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco – 181; WhatsApp – (87) 9 9911-8104; e Disque-Denúncia (81) – 3421-9595/3719-4545. Além disso, há um grupo de trabalho do MPPE, também por meio do WhatsApp: (81) 98878-5733. O sigilo é absoluto.

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