quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Bolsonaro erra em Davos e com Venezuela


Brasil optou por ser ator coadjuvante na crise venezuelana
Na arena internacional, o governo Bolsonaro cometeu hoje dois erros.
Blog do Kennedy
O primeiro foi ter cancelado uma entrevista do presidente e três ministros a jornalistas que cobrem o Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça. Se Bolsonaro estava cansado, como foi alegado, os três ministros poderiam ter conversado com a imprensa. Ou, pelo menos, um ministro.
Pegou mal na imprensa mundial a fotografia de uma mesa com cadeiras vazias e placas nominando Bolsonaro e os ministros Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores). A imagem transmite a ideia de um governo que não sabe lidar com a imprensa e que tem dificuldade em ser transparente. Há dano à imagem internacional do Brasil com atitudes desse tipo.

O enfraquecimento político de Maduro é uma realidade. Ele está ancorado apenas no apoio militar, que, se perdido, levará à sua saída do poder. A história da América Latina ensina como tem peso o suporte das Forças Armadas. Uma eventual guerra civil no país vizinho não interessa aos brasileiros. O Brasil virou coadjuvante numa crise quando deveria ser protagonista da eventual solução devido ao seu peso geopolítico na região.

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