domingo, 21 de outubro de 2018

A lei só a lei


Carlos Brickmann
Uma reportagem de Patrícia Campos Mello, na Folha de S. Paulo, diz que empresas privadas compraram milhões de remessas de WhatsApp para fazer propaganda de Bolsonaro. A Justiça Eleitoral decidiu apurar se houve crime eleitoral, o que pode levar à cassação da candidatura Bolsonaro (é o que o PT pede).

Houve abuso do poder econômico? Essa é a questão: o envio de WhatsApp pode ser legítimo, mas o pagamento por empresas privadas não é. Só são admitidas, nestas eleições, doações de pessoas físicas. Mas é questão de lei: se houve crime, qual a punição aplicável?

A questão dos envios de WhatsApp está na Justiça, onde deve ser avaliada. Até lá, pode haver quantas discussões os dois lados quiserem. Mas é inadmissível o que está ocorrendo nas redes, com ataques pessoais e insultos à repórter Patrícia Campos Mello. É boa repórter, respeitável, correta, experiente. Pode eventualmente errar, claro; mas jamais de má fé.
A questão das contribuições de campanha merece uma boa análise. Houve empresários que, dentro da lei, doaram grandes quantias (vinte deram mais R$ 1 milhão, sendo que um deles doou quase R$ 7 milhões). Mas haverá só doações legais nesta campanha? Seria o caso de investigar o total das despesas e verificar se as enormes verbas públicas destinadas à campanha, somadas às doações legais, foram suficientes para os gastos. Se não foram, de onde veio o restante do dinheiro das despesas?

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