terça-feira, 17 de abril de 2018

Agora pode sair prisão? Caso Beatriz Mota ganha outra dinâmica nas investigações

Cinco meses sob o comando de Poliana Nery, nada de novo foi apresentado nas investigações. Polícia Civil e Ministério Público, através de uma “força tarefa” , que foi montada, desmontada e remontada, não mostraram trabalho e o caso, inerte e misterioso, ronda como um fantasma na comunidade do Vale do São Francisco. Por Sibelle Fonseca

Ao que parece, para não suscitar expectativas, as investigações do caso Beatriz Mota, assassinada no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, no dia 10 de dezembro de 2015, durante uma festa de formatura, tomaram outra dinâmica na manhã de hoje (17).
Poliana Nery, a quarta delegada a assumir o caso, em dois anos e quatro meses de uma investigação que se arrasta, sem muito avançar, ouviu nesta manhã três pessoas relacionadas ao assassinato da criança, na época com 7 anos.
Por solicitação da família, a delegada está ” refazendo alguns passos e ouvindo novamente algumas pessoas, que de alguma forma, tem relação com a cena do crime, mas agora com outro olhar”, informou ao PNB Sandro Romilton, pai de Beatriz.

Alguns são nomes novos, outros já tinham sido arrolados no caso. Durante esta semana, mais pessoas voltarão a ser ouvidas pela delegada, o que reacende a esperança de que o crime bárbaro possa ser solucionado de uma vez por todas.
Poliana Nery foi nomeada no dia 27 de novembro de 2017 pelo Secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, depois de um tempo em que a delegada Gleide Ângelo, presidiu as investigações “à distância”, sem mostrar resultados efetivos das investigações.
O nome da delegada Poliana Nery foi indicado pelos pais da menina, durante reunião com o atual Secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua e com o Chefe da Polícia Civil do estado, Joselito Kherle do Amaral, durante mais uma caravana do movimento “Beatriz clama por Justiça”, que foi até a capital pernambucana para reivindicar celeridade nas investigações.
Cinco meses sob o comando de Poliana Nery, nada de novo foi apresentado nas investigações. Polícia Civil e Ministério Público, através de uma “força tarefa” , que foi montada, desmontada e remontada, não mostraram trabalho e o caso, inerte e misterioso, ronda como um fantasma na comunidade do Vale do São Francisco.
Agora pode sair prisão? É uma pergunta que não quer calar.
Da Redação por Sibelle Fonseca
*Ponto Critico

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