quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Oposição denuncia mais de R$ 1 bilhão em dívida de Paulo Câmara com fornecedores e prestadores de serviço em Pernambuco

A bancada de oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) voltou a criticar o Governo Paulo Câmara (PSB), nesta quarta-feira (7). Desta vez, o colegiado focou nas dívidas com os fornecedores e prestadores de serviços – que somaram mais de R$ 1 bilhão, em 2017. Só na saúde, segundo dados do Portal da Transparência e do Portal Tome Conta, do Tribunal de Contas do Estado, citados pelos oposicionistas, foram R$ 238,8 milhões de débitos rolados de um ano para o outro. Os números foram debatidos durante apresentação do secretário da Fazenda, Marcelo Barros, na Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Alepe.

Segundo os números apresentados, R$ 119,5 milhões são referentes à prestação de assistência médica e ambulatorial. De acordo com o líder da bancada, deputado Silvio Costa Filho (PRB), os números refletem a situação difícil do Estado.
“Enquanto a retórica do PSB é que o governo fez o seu dever de casa e manteve o equilíbrio fiscal, os números mostram o contrário, o que tem reflexo direto nos serviços prestados à população, assim como na baixa taxa de investimento apresentada nos últimos anos. Em 2017, Pernambuco investiu apenas 5,3% da sua receita corrente líquida, enquanto Ceará investiu 12,3%, o Piauí 10,5% e a Bahia 10,4%. Foi o terceiro pior resultado da Região Nordeste”, comparou o oposicionista.
Para ele, a falta de compromisso com o pagamento a fornecedores e prestadores de serviço tem impacto direto na queda da qualidade do atendimento à população. Segundo levantamento realizado pela oposição, mais de 10% dos débitos em aberto são referentes a dívidas com OSs que administram as unidades de saúde estaduais, com prestadores de serviços e fornecedores de insumos e medicamentos. As informações dos oposicionistas apontam ainda que entre os maiores credores do Estado, os fornecedores da área de saúde tinham a receber R$ 126,82 milhões em 31 de dezembro.
Ainda segundo Silvio Costa Filho, a reincidência do elevado volume de restos a pagar e os atrasos nos pagamentos aos fornecedores cria um clima de insegurança no setor produtivo, além de contribuir para o aumento do desemprego e reduzir a confiança dos empresários para realizar investimentos. (Folha PE).

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