domingo, 18 de fevereiro de 2018

Júlio Lóssio cria identidade popular e lança propostas de governo para atrair eleitorado

O ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato a governador, Júlio Lóssio (Rede), incorporou nessa sexta-feira, dia 16, durante entrevista uma “identidade popular” e apresentou um “plano de governo” para atrair o eleitorado, fazendo assim a contramão de candidatos que estão se colocando na disputa ao Palácio do Campo das Princesas, neste ano.
Enquanto os outros adversários insistem no debate das alianças, Lóssio preferiu seguir o campo das propostas para dar uma guinada na sua candidatura.
Apesar dessa tática, ele não poupou críticas ao grupo do Pró-Temer em Pernambuco, capitaneado pelos senadores, Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (MDB), além do Ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (Sem Partido); Ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM) e deputado federal e ex-ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSB).

Durante entrevista, Lóssio ironizou o grupo da oposição. “Pernambuco quer voltar”, afirmou. “Eu sou o único que não esteve ao lado do PSB”, acrescentou.
Sem, ainda, cogitar alianças partidárias, ele afirmou que sua chapa “olha verdadeiramente para o futuro”. “Nossa candidatura representa o novo sem ser novidade”, frisou, defendendo que possui experiência política e administrativa, após oito anos de gestão na Prefeitura de Petrolina.
O pré-candidato, ainda, identificou um fator que será decisivo para as eleições deste ano, e já incorporou no seu discurso. “As pessoas começam a sentir saudade da época que Lula estava no poder”, disse.
Fortalecendo a identidade popular – que possui muitos traços do Lulismo – Lóssio, também, criticou Paulo Câmara. Para ele, o socialista se deparou com o fim de dois ciclos: o primeiro, é o do próprio PSB, e o segundo do crescimento econômico.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, pela Rede, deixou bem claro que sua estratégia política de agora em diante será de apresentar propostas, para contornar os adversários políticos.
Para o ex-prefeito, é necessário federalizar a educação, inclusive, a proposta foi repassada para a candidata presidenciável, Marina Silva. Ele, ainda, afirmou que o déficit da educação provocou o aumento da criminalidade, e propôs transformar três presídios: um agrícola no Sertão, um têxtil no Agreste e uma indústria no Grande Recife. “Setenta mil se perderam pelo caminho. Temos 700 mil jovens que são matéria-prima do crime, do trafico, das drogas”, disse Júlio, acrescentando: “São 700 mil homens trancados sem fazer nada, só pensando em coisa ruim”. A ideia é colocar os detentos para produzir.
O comportamento de Lóssio, também, passou a impressão de que um plano de governo já esta sendo montado para ser apresentado aos eleitores pernambucanos, entre as propostas: criar uma polícia rodoviária estadual e ampliar o trabalho de inteligência da polícia.
O candidato da Rede voltou a criticar o governador, quando defendeu a diminuição da máquina pública do Palácio para ampliar áreas estratégicas do social. Segundo ele, das 22 pastas que existem no atual governo, em uma futura gestão sua seriam apenas 10. “Não precisa de tanta gente no Palácio. Precisa de mais polícias, agentes de saúde”.
O novo perfil de Lóssio, ainda, tem muita semelhança com o do ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que sempre priorizava a construção do seu governo e da sua política de “baixo para cima”, ou seja, da periferia para alta corte.

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