quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

"CALIBRADOR DE PROJETOS": Trapalhadas e explicações em votação da LOA na Câmara de Santa Cruz

Na ultima seção da Câmara de Vereadores em 2017 em Santa Cruz, no Sertão do Araripe, realizado nesta quarta 06, o clima “descontraído” não poderia ser diferente das demais reuniões, falta de atenção e duvidas na votação em relação como seria aprovado a Lei Orçamentaria Anual, após algumas ligações durante a seção, as duvidas foram esclarecidas (maioria simples em duas votações). Sendo aprovado com dois votos contra (Dr. Carlos Romeiro e Naldo Amaral).


Nas discursos o vereador de oposição Dr. Carlos Romeiro, lamentou a postura dos colegas e relembrou que no exercício anterior enquanto foi aprovado 5%   de autorização, quando a maioria dos vereadores presentes queria apenas 1% para Gilvan Sirino,  hoje o pedido de autorização do governo atual da prefeita Eliane é para movimentar 30%.


Destacou o vereador de oposição Carlos “significado quase 13 milhões de reais sem passar pelo visto pelo aval da câmara, eu solicitava aos nobres vereadores que revisse isso e adequar-se aos 5% que foi dado, sempre foi dado anualmente, evitando que esse tornemos um calibrador de projetos, é muito chato se tornar um Carimbador de projeto e não ver nossas obrigações, da 30% a uma prefeita de mexer na lei orçamentária anual, sem o visto da Câmara de Vereadores, no mínimo uma Indecência Nossa eu faço um apelo para que autorize a lei na íntegra modificando para 5% o valor que será autorizado” colocou.

Em defesa do governo municipal, Luciano reconheceu que no governo passado teve o seu aval, explicando que não havia atendimento do município. E que as diversas dotações enviadas gerava ‘desgaste’ dos mesmos! Em busca de explicar a situação colocou: “em 2017 já não usamos mais esse termo, uma questão que se coloca crédito suplementar, na cabeça população isso é dinheiro”... hoje, vejo que a gente coloca a população em dúvida por não entender a questão orçamentaria.” E acrescentou  “Hoje eu entendo dessa forma que a gente tem que votar como está o projeto na íntegra. Por que orçamento não significa dinheiro”. Luciano lembrou que o orçamento vai andar longe do que está previsto atingir, o que está previsto na lei orçamentaria.

Doutor Carlos, refrescou a memoria dos colegas destacando o papel do vereador em fiscalizar “no momento que você dá essa autorização você não consegue mais fiscalizar” acrescentou ainda: “Este ano todo, embora tenha dado 5% se a gente fez três ou quatro mudanças, foi muito pouco e significa que o orçamento do governo passado foi muito bem feito, eu me lembro aqui que a gente fazia 10 ou 12 mudanças no orçamento. Se a gente deu 5% no orçamento foi muito pequeno agora dá 30%, a casa não tomar ciência a população não tomar ciência de uma mudança em torno de 13 milhões de reais, isso é uma temeridade, Nada justifica, o papel da Câmara de Vereadores, é a transparência do governo, e a transparência do governo sai quando chega o pedido do presidente, para mudar o orçamento, a todos nós temos a consciência do orçamento, se você mudou de ideia eu não mudei eu continuo achando que isso é 5% no máximo deve ser dada a prefeita para ela ter a liberdade de mudar as siglas orçamentarias. O resto ela deve pedir a câmera, é função da câmera e sendo assim eu não consigo entender os vereadores carimbar simplesmente o projeto e passar a função dele de fiscalizar, permite a ele de mexer de alterar de dar esse Poder ao Executivo" explicou o vereador de oposição.

Inf. Blog Santa Cruz 24H


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