quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Pernambuco unido contra o fechamento de agências bancárias no interior

A notícia já quase passa despercebida na leitura diária dos jornais e sites. Assaltantes explodem agência bancária em cidade do interior. Aconteceu na madrugada de ontem, mais uma vez, em Pernambuco.

Em Moreilândia, no Sertão. Bandidos fortemente armados invadiram o município e explodiram um caixa eletrônico do Bradesco. Pelo menos duas pessoas foram feitas reféns durante a ação. Não bastasse o trauma de passar por uma situação do tipo, os cidadãos de Moreilândia, assim como muitos outros pernambucanos, ainda têm de arcar com os prejuízos do fechamento de agências bancárias no interior.

Sem ter onde sacar seu dinheiro para comprar o remédio ou pagar o mercadinho, o aposentado é o maior prejudicado porque tem de se deslocar até a cidade mais próxima para ter acesso a um banco. E muitos, infelizmente, têm sido vítimas de outra modalidade de assalto praticada por quadrilhas que estão se especializando em roubar velhinhos. Quem também é bastante penalizado é o comércio do município onde a agência é fechada. Qualquer serviço bancário tem que ser realizado a quilômetros de distância. Trava qualquer negócio e dificulta a logística de qualquer empresário.

Alia-se a isso o principal problema: a demora dos bancos – sejam públicos ou privados – em reabrir as agências danificadas por criminosos. Para fugir à responsabilidade, eles alegam de tudo: falta de dinheiro, problemas técnicos e operacionais. Isso quando os lucros de instituições como Banco do Brasil, por exemplo, só aumentam no comparativo com os anos anteriores. No final das contas quem paga é o povo.

Mas há uma luz no final do túnel. A problemática tem unido políticos de todas as colorações e bandeiras na busca de um objetivo comum. Do governador Paulo Câmara ao senador Fernando Bezerra Coelho, passando por deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores. Também pudera: a pauta está na ordem do dia, é urgente e precisa de união e força política para andar. Não tem outra saída a não ser pressionar, aqui e em Brasília, instituições como o Banco do Brasil, Caixa, Bradesco e outros bancos. É uma grande oportunidade de se usar a política para o bem. Isso, claro, aliado ao reforço na segurança do interior. Só assim o povo pernambucano vai parar de penar.


(Magno Martins)

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