domingo, 1 de outubro de 2017

Pedro Coelho é aluno do EJA em Santa Cruz e sua Poesia nos 26 anos de História

Pedro Jorge Coelho - Aluno do EJA, Escola Dr. Sérgio Figueiredo

Professor: José Gildeison
No ano de vinte e nove

Passaram por santa cruz

Dois frades capuchinho

Bem guiados por Jesus.



Pregaram o catolicismo

Debaixo do juazeiro

Hoje com suas missões

Esbanje, pra o mundo inteiro.



Debaixo daquela árvore

Ficaram só por um mês

Começaram ate uma história

Para a vida de vocês.




O inicio dessa história

Foi com muitas emoções

Fizeram o bem para todos

Começando com orações.



Depois que eles saíram

Uma cruz ali surgiu

Protetora da localidade

Que chamava de gentil.



Foi encontrada, algum tempo,

Pelo vaqueiro saturnino

Mais ela já sabia

Qual seria o seu destino.



Antes de, levar a Cruz

Contou o que tinha visto

O patrão lhe ordenou

A guardar a Cruz de Cristo.



Na capela foi bem guardada

Que bonito esse momento

Foi no dia três de maio

Esse lindo, acontecimento.



Começaram a visitar

Gente com enfermidade

O milagre aconteceu

Para toda comunidade.



A vila passou a ser distrito

Da cidade de Ouricuri

O nome dela se mudava

Mais o povo ficava ali.



Conseguiram mudar seu nome

Botaram nome de gente

Incluíram Vera no nome

Mais a Cruz, estava à frente.



Ou com Vera ou com Malta

A cruz ali, sempre estava

Com qualquer um nome desses

O povo lhe abraçava.



Saiu de Ouricuri

Assinando todos os papeis

Precisava andar sozinho

Usando seus próprios pés.



NOVA SANTA CRUZ



Em primeiro de Outubro

De noventa e um, o ano

A cidade de Santa Cruz

No sertão Pernambucano

Deu seus primeiros passos

Não está mais, engatiano.



Depois do primeiro passo

Convocaram a eleição

Elegeram Doutor Newilton

Pra lutar pela nação

Homem que foi guerreiro

Porque tinha essa paixão.



Com quatros anos pra frente

Convocaram outro pleito

Chamaram Zé do Brejo

E ele foi eleito

Cumpriu com muita honra

Seu mandato de prefeito.



Aprovaram uma nova lei

Para ter reeleição

Ele voltou de novo as ruas

Com a bandeira em suas mãos

O povo lhe reelegeu

Porque tinha, todo direito.



Ele não podia mais

Procurou uma aliança

Botou dona, Eliane

lhe abraçaram como criança

Ali começou surgir

Uma nova liderança.



Precisou só quatro anos

Pra consagrar essa paixão

Novamente foi eleita

No dia da eleição

Trabalhou como podia

O povo não esquece não.



Muitos lhe confiaram

E a ela foi seguindo

Votaram do lado dela

Elegendo Gilvan Sirino

Que fez também o seu papel

Com quatro anos foi saindo.



Eliane voltou de novo

O povo lhe abraçaram

A cidade esta bonita

Porque todos trabalharam

Eles merecem essa homenagem

Porque aqui também passaram.

    
Pedro Jorge Coelho - Aluno do EJA da escola Dr. Sérgio Figueiredo (o poeta é irmão de Paulo alinhamento)



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