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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Folha prevê Lula inelegível na campanha de 2018

Ricardo Stuckert

Jornal da família Frias já considera o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenado pelo juiz Sergio Moro em primeira instância e prevê que a condenação em segunda instância, que o tornaria inelegível, ocorreria entre julho e outubro do ano que vem, em plena campanha presidencial de 2018; o que a reportagem revela, no entanto, é que a mídia brasileira, sócia do golpe de 2016, agora trabalha contra o tempo para concretizar a segunda parte do golpe, que é a inabilitação eleitoral de Lula; o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, afirma que não considera a possibilidade de ele ser condenado nem mesmo por Moro; "Só uma arbitrariedade imensa poderia levar a isso. Não há provas que possam dar sustentação a uma condenação"; Lula, como se sabe, lidera todas as pesquisas e seria eleito presidente para um terceiro mandato se as eleições fossem hoje 

 
247 – Os responsáveis pelo golpe de 2016, que afastou a presidente Dilma Rousseff da presidência da República sem crime de responsabilidade, agora correm contra o tempo para executar a segunda parte deste mesmo golpe.

Trata-se de obter uma condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em segunda instância, para que ele não possa concorrer à presidência da República em 2018.

É o que revela reportagem desta terça-feira da Folha de S. Paulo. "Se seguirem o ritmo de outros processos, as ações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que correm pelas mãos de Sergio Moro podem torná-lo inelegível ainda antes do pleito de outubro de 2018", diz o texto, que aponta um prazo médio de um ano e dez meses para os julgamentos em segunda instância. "Mantido esse ritmo, o petista ficaria inelegível em meio à campanha de 2018 – entre julho e outubro."

Lula, como se sabe, lidera todas as pesquisas e seria eleito presidente para um terceiro mandato se as eleições fossem hoje.

Sua defesa aponta a inexistência de provas contra Lula e vê essa corrida como uma clara tentativa de se utilizar o Judiciário com finalidades políticas. "Só uma arbitrariedade imensa poderia levar a isso. Não há provas que possam dar sustentação a uma condenação", diz seu advogado Cristiano Zanin.

Mesmo que venha a ser condenado em segunda instância, Lula ainda poderia tentar uma liminar no STJ para concorrer.

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